Histórico

Projeto Amanhecer:
“Saúde, Educação, Pesquisa e Atendimento com Práticas Integrativas-Complementares, Terapias Alternativas e Assistência Psicológica”.

As Práticas Integrativas e Complementares – denominadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de medicina tradicional e complementar ou alternativa (MT/MCA) (WHO, 2002) – caracterizam-se por sistemas e recursos terapêuticos que envolvem abordagens que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde por meio de tecnologias eficazes e seguras, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006).

Em todo o mundo, a implementação de políticas públicas para uso racional e integrado das MT/MCA, além do desenvolvimento de pesquisas científicas sobre o tema, tem sido estimuladas pela OMS desde a década de 70, com base no Programa de Medicina Tradicional (OMS, 2002).

No Brasil, o processo de regulamentação das Práticas Integrativas e Complementares iniciou-se a partir da década de 80, tendo culminado com a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) aprovada pelo o Ministério da Saúde em 2006 (Portaria 971/2006).

Neste contexto, o Projeto Amanhecer foi criado em 1996 pela professora Dra. Enfermeira Beatriz Beduschi Capella com o objetivo de atender os trabalhadores de enfermagem do Hospital Universitário da UFSC. A partir de 2004 os atendimentos foram estendidos a toda comunidade universitária.

Ao longo dos anos o Projeto Amanhecer adaptou seu modelo assistencial ao contexto acadêmico buscando desenvolver, além da atenção à saúde, atividades de extensão e pesquisa.

Projeto Amanhecer: “Saúde, Educação, Pesquisa e Atendimento com Práticas Integrativas-Complementares, Terapias Alternativas e Assistência Psicológica”.