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E você sabe o que é Centro Cirúrgico?

Fase Pré-operatória
Fase trans-operatória
Fase pós-operatória

 

Tipos de anestesia
     
 
Anestesia geral
 
 
Compreende num estado inconsciente reversível caracterizado por amnésia (sono, hipnose), analgesia (ausência de dor) e bloqueio dos reflexos autônomos, obtidos pela inalação, ou via endovenosa. Os anestésicos líquidos produzem anestesia quando seus vapores são inalados, juntamente com oxigênio e, usualmente, com o óxido nitroso. Já os anestésicos gasosos são administrados através da inalação e sempre associados ao oxigênio (SMELTZER; BARE, 2002, p.362). A anestesia geral pode ser dividida em quatro estágios, o primeiro no início da anestesia onde o paciente respira a mistura anestésica no qual pode experimentar sensação, calor, tontura, formigamento e o cliente consegue movimentar-se. No segundo estágio, são caracterizados por agitação psicomotora, gritos, falas, risos, ou mesmo choro, o pulso torna-se rápido e respiração irregular, pode ser freqüentemente evitado através da administração suave e rápida do anestésico. Terceiro estágio anestesia cirúrgica, obtida através da administração contínua de vapor ou gás, onde o cliente encontra-se inconsciente. E o quarto estágio, é atingido quando for administrada uma quantidade excessiva de anestésico. Esse tipo de anestesia é administrado em cirurgias de grande porte, entre elas: Gastroplastia, Gastrectomia, enterectomia, abdominoplastia, mamoplastia, etc...


É indicada para operações no abdômen superior, tórax ,cabeça, pescoço, cirurgias cardíacas e neurológicas (no cérebro). Operações em crianças normalmente são realizadas com anestesia geral, para evitar que elas se traumatizem ou fiquem inquietas durante a cirurgia.

Área de atuação Atua no corpo inteiro, deprimindo todas as funções da pessoa (consciência, dor e reflexos).

Procedimento

(1) O anestesiologista instala soro-fisiológico e injeta medicamentos que induzem o sono na veia da pessoa.
(2) Através de um tubo na laringe ou uma máscara, a pessoa passa a receber oxigênio.
(3a) O anestésico pode ser aplicado junto com o oxigênio (anestesia inalatória), na forma gasosa. Ao chegar ao pulmão, é absorvido e entra na corrente sangüínea.
(3b) Outra maneira é aplicá-lo em forma líquida, por meio de doses repetidas na veia da pessoa (anestesia venosa).
Fonte: Figura retirada do endereço eletrônico http://www.santalucia.com.br/ no dia 04/09/02
 
 
Anestesia local
Esta anestesia é empregada para procedimentos menores nos quais o local cirúrgico é infiltrado com um anestésico local como lidocaína ou bupivacaína. Este tipo de anestesia não envolve perda da consciência e depressão das funções vitais, produzindo perda da sensibilidade temporária, causada pela inibição da condução nervosa.


É indicada para operações simples, que envolvem pequenas áreas, como algumas cirurgias plásticas ou para suturar cortes (dar pontos).

Área de atuação
Torna insensíveis pequenas áreas em qualquer parte do corpo.

Procedimento
(1) A aplicação é feita na região onde a pequena cirurgia será efetuada.
(2) A agulha penetra na pele, indo até a camada sub-cutânea.
(3) O anestésico não atinge o nervo propriamente dito, mas terminações nervosas da pele.
Fonte: Figura retirada do endereço eletrônico http://www.santalucia.com.br/ no dia 04/09/02
 
Anestesia Epidural
O anestésico é administrado no espaço peridural. Neste caso não há perfuração da duramater e nem perda liquórica. O bloqueio segmentar é produzido nas fibras sensoriais, espinhais e também nas fibras nervosas, podendo ser parcialmente bloqueadas.
 
Anestesia Raquianestesia
Geralmente administrada ao nível da coluna lombar, obtida pelo bloqueio dos nervos espinhais do espaço subaracnóide. O anestésico é depositado junto ao líquor, ocorrendo perfuração da duramater.

Peridural e raquianestesia

São indicadas para operações nas pernas, abdômen inferior (apendicite, útero, ovário, bexiga) e cesarianas. Nos dois procedimentos, o paciente pode receber a aplicação deitado, de lado ou sentado.
Área de atuação O anestésico deprime as funções da cintura para baixo da pessoa.
Procedimento

1) É dada uma anestesia local.
2) A agulha penetra na pele, no tecido subcutâneo e nos ligamentos espinhosos.
Peridural

3) O anestésico é injetado no espaço peridural (camada de gordura anterior à duramáter-membrana que envolve a medula vertebral).
Raquianestesia

3) A agulha ultrapassa a duramáter, mas não atinge a medula. O anestésico é injetado em uma região abaixo da medula, onde só há filamentos nervosos.
Fonte: Figura retirada do endereço eletrônico http://www.santalucia.com.br/ no dia 04/09/02